É por esse e por outros artigos que não me canso de elogiar o conterrâneo que, mesmo ausente do seu torrão, nunca se esquece dele e das boas e más notícias. Só mesmo um toiro tão famoso para fazer correr dedos no teclado que, eventualmente, serão coloridos pela tinta de um qualquer diário de papel. Neste caso, a tinta será negra como a braçadeira preta dos pastores do "defunto" 64. Isto para, de uma vez por todas, se perceber que um toiro da Terceira (se famoso), arrecada mais vénias que muitos dos homens anónimos que jazem num rectângulo de terra fria.
Bravo, caro Fagundes Duarte, porque bravos são os homens da ilha que assim escrevem. "Bravo" é palavra mansa na boca do nosso povo.
Este comentário foi de coração. Volte para a ilha porque o sino vai cantar brevemente. Falta apenas um mês para ver a "sua" Serreta com todos os bravos do mundo a seus pés. É brava a nossa fé porque sempre fala mais alto e não tem medo de qualquer investida.
Um abraço.
Rosa Silva ("Azoriana")
Leia o artigo da autoria de Luiz Fagundes Duarte - A saudade é um toiro, que originou este meu comentário, sujeito à aprovação do sítio em causa.
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